A manhã desta sexta-feira na Casa Santa Dulce dos Pobres foi dedicada a um dos pilares mais importantes de qualquer obra de caridade: a escuta. Mais do que um evento, a Roda de Conversa realizada foi um momento de afeto, acolhimento e planejamento coletivo, que reuniu assistidas, voluntárias e membros da comunidade em um diálogo aberto e fraterno.
O objetivo era claro e fundamental: ouvir. Ouvir as impressões sobre o trabalho desenvolvido, compreender os sonhos individuais e coletivos, e captar os desejos das famílias atendidas pela instituição. Essas vozes, tão diversas e essenciais, serão a matéria-prima para a construção do Plano Estratégico da Casa Santa Dulce para o ano de 2026.
O momento foi conduzido com sensibilidade e expertise pela psicóloga Sônia Amorim Sá, que guiou a conversa, garantindo que todas as vozes fossem ouvidas em um ambiente de respeito e confiança.
Das falas, emergiram histórias de gratidão, sugestões valiosas para novos projetos e, sobretudo, a força da esperança. Sonhos de qualificação profissional, desejos por atividades de integração familiar e anseios por um amparo cada vez mais completo foram compartilhados, pintando um panorama real do caminho a ser seguido.
"É ouvindo as pessoas que construímos, de fato, um futuro que faça sentido. O plano para 2026 não será nosso, será de toda a comunidade que sustenta e é acolhida pela Casa Santa Dulce", destacou Sônia Amorim Sá ao final do encontro.
A Casa Santa Dulce dos Pobres agradece a todas as mulheres, voluntárias e profissionais que tornaram esse momento possível. Este é apenas o primeiro passo de um ano que se inuncia cheio de fé, trabalho e muitas conquistas coletivas. Juntas, seguimos escrevendo essa história de amor e serviço.

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